USD R$ 5.29Rio de Janeiro 24.2°C

Política

Disputa Acirrada na Maçonaria do Rio por Candidato Oficial às Eleições de 2026.
Política

Disputa Acirrada na Maçonaria do Rio por Candidato Oficial às Eleições de 2026.

No coração da maçonaria fluminense, uma disputa interna esquenta os ânimos para definir o candidato oficial que representará os ideais da irmandade nas eleições de 2026.  Irmãos influentes do Grande Oriente do Brasil (GOB-RJ) articulam nos templos de Niterói e Rio de Janeiro, onde sessões magnas recentes sinalizam mobilização para lançar um nome com "viabilidade eleitoral e estrutura política", fugindo do partidarismo cego.Movimentos nos TemplosRecentes eventos como a Sessão Magna de Abertura do Ano Maçônico 2026, na Loja Itaipu nº 2226 em Niterói, reuniram cerca de 220 irmãos, incluindo o Grão-Mestre Geral Adjunto Adalberto Eyng e autoridades do GOB.  Ali, veladas discussões sobre protagonismo político ganharam força, ecoando apelos nacionais para que a maçonaria ocupe o Legislativo com "sangue novo" – profissionais qualificados, íntegros e com base eleitoral sólida. A tensão cresce entre alas: uma defende um perfil discreto, ligado a valores tradicionais como integridade e transformação social; outra busca nomes com alcance midiático, inspirados em maçons históricos que moldaram o Brasil.  Nomes não são públicos, mas fontes internas apontam para empresários e advogados maçônicos com experiência em campanhas, priorizando a Câmara Federal como alvo estratégico. Contexto Eleitoral no RJCom as eleições de 2026 se aproximando, o Rio vive um vácuo de lideranças à direita, enquanto Eduardo Paes surge como favorito ao governo estadual.  A maçonaria vê oportunidade para inserir um "farol" no Congresso, combatendo corrupção e ineficiência, mas enfrenta desafios como a influência do crime organizado nas urnas, tema debatido pelo TRE-RJ. Implicações para 2026Se coroado "candidato oficial", o escolhido ganharia apoio logístico das lojas, redes de irmãos e financiamento velado, ampliando chances em um estado polarizado. Críticos internos alertam para riscos de divisão fratricida, mas proponentes insistem: sem ação, a maçonaria ficará na "arquibancada". A decisão pode sair em convenção até março, definindo se o Rio terá um deputado explicitamente maçônico em Brasília.

Redação
Redação ·10 Fev 2026 · 2 min

Arte e Negócios

Vídeos em Destaque

Podcast La Maison
Arte e Negócios

Podcast La Maison

Gestão e Finanças

Marketing e Vendas

Sustentabilidade e Impacto Social

Inovação e Tecnologia

Vida de influencer

Segurança Pública

Tragédia no Canadá Expõe Fragilidades na Segurança Escolar
Segurança Pública

Tragédia no Canadá Expõe Fragilidades na Segurança Escolar

Um ataque a tiros na Tumbler Ridge Secondary School chocou o mundo nesta terça-feira (10/02/2026), deixando 10 mortos, incluindo a atiradora – uma mulher descrita como de cabelos castanhos e vestida, que aparentemente se matou após o crime – e pelo menos 27 feridos, muitos deles alunos entre 12 e 18 anos. Seis vítimas foram encontradas mortas dentro da escola, que atende cerca de 160 estudantes em uma pacata cidade de 2 mil habitantes; outras duas em residência ligada ao caso e uma a caminho do hospital. A resposta rápida da polícia e da comunidade, com bloqueios e evacuação, evitou mais baixas, mas o incidente reacende o debate sobre protocolos de segurança em ambientes educacionais. Histórico de Incidentes em Escolas Massacres escolares não são novidade. No Canadá, o caso evoca o Massacre de Columbine (EUA, 1999) popularizou o "active shooter", enquanto no Brasil, Realengo (2011, 12 mortos por Wellington Menezes de Oliveira) e Suzano (2019, 10 mortos por dois adolescentes) expuseram falhas em vigilância e detecção precoce. Esses eventos pavimentaram protocolos modernos, priorizando contenção rápida e treinamento. O Protocolo de Segurança nas Escolas do Major Portella e Pedagoga Luídia Desenvolvido em 2022 é especializado em previnir esse tipo de incidentes. O protocolo que se constitui como um processo socioemocional.  Enfatiza: 1) barreiras biométricas em acessos; 2) simulações semanais de "lockdown" (trancar portas, bloquear com mesas, silêncio); 3) monitoramento por IA de comportamentos atípicos; e 4) apoio psicológico preventivo via "redes de escuta".  A Discussão sobre segurança pública está no epicentro dos de debates sobre violência combater o tráfico, assim como o bullying armado parace ser fundamental. Para o Major: "Não podemos esperar o pior para agir", alerta Portella, por telefone.

Redação
Redação ·11 Fev 2026 · 2 min